A recriação digital e o deepfake: não se pode mais acreditar em tudo que se vê
Resumo
Este artigo postula uma análise sobre o direito de imagem e correlatos em relação às recriações digitais e o deepfake. Justifica-se esta pesquisa pelo uso indiscriminado de imagens manipuladas através de inteligência artificial tão reais que são entendidas como verdadeiras pelas pessoas comuns, principalmente em uma sociedade acostumada a valorizar a imagem como prova irrefutável e incontestável de validade de atos praticados. A pesquisa revela-se importante por buscar contribuir com a discussão acerca do uso de Inteligência Artificial na recriação digital de imagens que não condizem com a verdade. O “ver para crer” do apóstolo São Tomé deixa de ser a melhor ferramenta para se buscar a verdade, pois a imagem que se vê, agora, pode ser falsa.
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